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A Experiência dos Macacos.

“PARADIGMA”

“Somente duas coisas são infinitas: o universo e a estupidez humana. E não estou seguro quanto ao primeiro.”

(Albert Einstein)

Um grupo de cientistas colocou cinco macacos numa jaula. No meio, uma escada e sobre ela um cacho de bananas. Quando um macaco subia na escada para pegar as bananas, os cientistas jogavam um jato de água fria nos que estavam no chão.

Depois de certo tempo, quando um macaco ia subir a escada, os outros o pegavam davam-lhe uma surra. Dentro de algum tempo, nenhum macaco subia mais a escada, apesar da tentação das bananas.

Então, os cientistas substituíram um dos macacos por um novo. A primeira coisa que ele fez foi subir a escada, dela sendo retirado pelos outros, que o surraram. Depois de algumas surras, o novo integrante do grupo não subia mais a escada. Um segundo foi substituído e o mesmo ocorreu, tendo o primeiro substituto participado na surra ao novato.

Um terceiro foi trocado e o mesmo ocorreu. Um quarto, e afinal, o último dos veteranos foi substituído. Os cientistas então ficaram com um grupo de cinco macacos que mesmo nunca tendo tomado um banho frio, continuavam batendo naquele que tentasse pegar as bananas.

Se fosse possível perguntar a algum deles porque eles batiam em quem tentasse subir a escada, com certeza a resposta seria:

“Não sei, mas as coisas sempre foram assim por aqui”.


Video contando a história da experiência.


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PRESENVE O SEU PLANETA



ELE É A SUA CASA


Previsões Mayas Sobre o Fim do Mundo !

Documentário sobre os Maias causam Apreensão em todo mundo!

Os Maias, Pano de fundo do filme Apocalypto de Mel Gibsom, aparece hoje como protagonista na revelação de previções sobre o fim do mundo em 2012, sendo que outros fatores se somam a estas previsões que causam apreensão nas pessoas que não tem como comprovar a veracidade de tais previsões Apocalipticas.

Mas, afinal de contas os Maias Conheciam mesmo o Futuro ?

Como os Maias puderam prever tantos acontecimentos no mundo que eles nem conheceram ?

Até que ponto devemos nos preocupar com estas  revelações ?

São muitas as perguntas que permanecem sem resposta mesmo depois que foi revelado ao mundo, o conteúdo do código de Dresdem livros da Cultura Maia que foram tarduzidos, alguns exemplares que foram salvos da fogueira que queimou todo o conhecimento Maia e Asteca no México, foram levados para a Europa e ficaram esquecidos por mais de duzentos anos, até que em 1880 foi desvendado seus hieróglifos por um estudioso alemão.

O segredo estaria contido no famoso Calendário Maya e Asteca utilizado por aqueles povos como medida de tempo, que na verdade são tres calendários distintos e que quando combinados revelam acontecimentos do passado e do futuro.   Os estudos revelam que sua história é até mais antiga do que a que estudamos hoje e até contém relatos sobre como se iniciou a humanidade.

A nossa história atual diz que este povo apareceu por volta do ano 900 A.C., e teve seu auge em torno de 900 D.C., mas certamente a história escrita por eles mesmos leva em consideração os povos que os precederam como uma única história e parte de um só povo e um mesmo futuro.

Basicamente existe uma maneira de se compreender o tempo e o espaço bem diferente da nossa, enquanto nós analizamos o tempo de forma linear, tendo um princípio e uma continuidade até o infinito, nossos amigos Maias o consideravam como um círculo ou um ciclo como a propria forma de seu calendário, algo que chegando ao fim se inicia novamente no mesmo ponto de início como um ponto marcado numa circunferência, certamente é o fim de um ciclo más continuará no próximo ciclo que se inicia ali mesmo.

Então o conceito de fim seria o mesmo que um novo começo que jamais terá um fim, na realidade é o mesmo que nosso infinito em linha reta, sem fim em qualquer uma de suas extremidades, não sabemos quando começou e jamais saberemos quando findará e muito menos em que parte da linha estamos neste exato momento.

Por outro lado, o calendário revela previsões resumidas de 20 em 20 anos, como acontecimentos que virão ou que se foram, uma vez que se repetirão no proximo ciclo, de certa forma as previsões futuras também poderiam ser consideradas como acontecimentos passados uma vez que em seu calendário o futuro é o passado que se foi e voltará na seguencia de sua circunferência.  Na nossa compreenção de tempo isto não ocorre, porque a nossa linha não se curva para voltar ao início e recomeçarmos no passado como um novo presente.

Este assunto já está bastante difundido na net e praticamente ninguém acredita em acontecimentos catastrôficos, hoje a resposta geral é a mesma, quem viver, verá e quem sobreviver, comemorará.    Na verdade talvés este dia passe mesmo totalmente desapercebido. A revista Galileu da Editora Globo, lançou uma matéria para desmistificar tais previsões e explicando-as num nível imparcial para garantir o minimo de verdade sem idealismos incrustrados.

Os Maias comemoravam o final de cada ciclo e o início de um novo ciclo, da mesma forma que fizemos uma grande festa no final do século XX na passagem para o século XXI, na verdade o que está descrito em forma de previsões é mesmo o final de um ciclo e o inícicio de outro, sendo que tudo isso foi previsto devido às observações nos movimentos astrológicos que sempre são cíclicos, coisas que nossos observadores interplanetários descobriram agora já estava escrito nos livros Maias a vários séculos atrás.

Observatório astronômico de Chichén Itzá. Os Maias possuíam grande interesse nos astros.

Certamente todo ano que se inicia começa no mesmo ponto do espaço, mas não no mesmo ponto do tempo, mostrando que este novo ano não será uma simples repetição do anterior e por mais que o movimento dos astros sejam idênticos, ciclo após ciclo, isto não significa que uma catástrofe que aconteceu no passado acontecerá novamente.

Porém, nada disso interfere no fato de que, ultimamente muitas catástrofes que ocorrem no meio ambiente, que é uma soma de vários fatores, tanto astrofísicos como principalmente causados pela industrialização e degradação da natureza, que são provocados pela ação direta do homem e não por uma ação Divina ou natural, isto sim provoca uma contra-reação natural que reequilibra o meio hambiente e o ecosistema.

As Catástrofes de hoje e de amanhã devem ser temidas sim, e muito mais que o final do ciclo Maia, porque os nossos governantes preferem não tomar providências com relação as previsões científicas, essas sim poderiam ser evitadas e contornadas, mas com um grande retrocesso na nossa indústria do descartável que transforma tudo em lixo que poluirão o planeta em que vivemos por mais de 500 anos.

Mas a pergunta é a seguinte:

Quem hoje quer pagar este preço para garantir um futuro melhor para nossos netos ?

Uma coisa é certeza, eles viverão em um planeta decaído e em crise constante, porque não haverão recussos naturais para preservar a vida e um ecosistema que funcione perfeitamente em equilíbrio.

Mas a boa notícia é que tudo isso ainda pode ser evitado hoje mesmo !

. O Que outros Dizem sobre isso ?

Conheça a Cultura Maia, Asteca e Inca !

O que era o calendário Maia ou Asteca ?

Outros detalhes sobre os Maias e Astecas !

http://mayacalendar.com/mayacalendar.html em inglés ou espanhol

Conheça o código de Dredem e suas previsões !

Veja os documentários no Youtube !

http://presentepravoce.wordpress.com/2008/09/25/pode-nao-ser-agora/

Veja em Português

Veja no Discory Channel

CienciaHoje contesta a versão dos fatos do documentário !

Revista Galileu Justifica os dados imparcialmente !

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Gloria Pollo

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Saiu No Fantástico da Globo !

Veja a matéria na Globo.com/Fantástico.

Lixão se forma no meio do Oceano Pacífico

Toneladas de sujeira

Contaminam a água.

Entre o litoral da Califórnia e o Havaí, uma área enorme ganhou um triste apelido: o Lixão do Pacífico. Levadas pela corrente marítima, toneladas e toneladas de sujeira, produzidas pelo homem, se acumulam num lugar que já foi um paraíso. Um oceano de plástico, uma sopa intragável, de tamanho incerto e aproximadamente 1,6 mil quilômetros da costa entre a Califórnia e o Havaí e que, segundo estimativas, seria maior do que a soma de São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais e Goiás.

É o Pacífico, o maior dos oceanos, agredido pela humanidade onde a humanidade raramente chega. Há plástico e plâncton, lixo e alimento, tudo misturado. Poluindo o paraíso, confundindo as aves, criando anomalias – como a tartaruga que cresceu com um anel de plástico em volta do casco – e matando os moradores do mar. Mas qual será afinal o tamanho exato gigantesca massa de lixo que se acumula no Oceano Pacifico? Será que a gente ainda tem tempo para limpar tudo isso? E os animais? Se adaptam ou sofrem as consequências? Charles Moore viajava pelo Pacífico, entre o Havaí e a Califórnia, quando resolveu arriscar um novo caminho. “Foi perturbador.

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REPORTAGEM DO FANTÁSTICO.

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[YOUTUBE=http://www.youtube.com/watch?v=2bSN9JXsS90]

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Dia após dia não víamos uma única área onde não houvesse lixo. E tão distantes do continente”, lembra o capitão. Como um descobridor nos tempos das Navegações, Charles Moore foi o primeiro a detectar a massa de lixo. E batizou o lugar de Lixão do Pacífico. Primeiro, viu pedaços grandes de plástico, muitos deles transformados em casa para os mariscos. Depois, quando aprofundou a pesquisa, o capitão descobriu que as águas-vivas estavam se enrolando em nylon e engolindo pedaços de plástico. O albatroz tinha um emaranhado de fios dentro do corpo. “Antes não havia plástico no mar, tudo era comida.

Então os animais aprenderam a comer qualquer coisa que encontram pela frente. Você pode ver que eles tentaram comer isso [pedaço de embalagem]. Mas não conseguiram”, diz o capitão. Com a peneira na popa, o capitão e sua equipe filtram a sopa de plástico e fazem medições. Já descobriram, por exemplo, que 27% do lixo vem de sacolas de supermercado. Em uma análise feita com 670 peixes, encontraram quase 1,4 mil fragmentos de plástico. São informações valiosas, fonte de pesquisa e argumentos para a grande denúncia de Charles Moore: “Gostaria que o mundo inteiro percebesse que o tipo de vida que estamos levando, isso de jogar tudo fora, usar tantos produtos descartáveis, está nos matando. Temos que mudar, se quisermos sobreviver.”

Um gesto despreocupado, uma simples garrafa de plástico esquecida em uma praia da Califórnia. Muitas vezes ela é devolvida pelas ondas e recolhida pelos garis. Mas grande parte do material plástico que é produzido nessa região acaba embarcando em uma longa e triste viagem pelo Oceano Pacifico. Pode ser também depois de uma tempestade. O plástico jogado nas ruas é varrido pela chuva, entra nas galerias fluviais das cidades e chega até o mar; ou vem de rios poluídos que desembocam no oceano. No caminho, os dejetos do continente se juntam ao lixo das embarcações e viajam até uma região conhecida como o Giro do Pacífico Norte. Diversas correntes marítimas que passam às margens da Ásia e da América do Norte acabam formando um enorme redemoinho feito de água, vida marinha e plástico. Mas, outra vez uma tempestade, um vento forte, talvez, e parte do lixo viaja para fora da sopa, até uma praia distante.

Estamos numa praia linda e deserta de uma região praticamente desabitada do Havaí. Não era para ser um paraíso ecológico? Mas Kamilo Beach recebe tantos dejetos marítimos que acabou virando um lixão a céu aberto. Basta procurar um pouquinho para entender a origem de todo o plástico que chega até a praia. Em uma embalagem, caracteres chineses. Uma bóia de pescadores provavelmente veio do Japão. Um pouco mais adiante, há o pedaço de um tanque de plástico com ideogramas coreanos. E olha que Kamilo Beach está mais de 1 mil quilômetros distante do Lixão do Pacífico, no extremo sudoeste da ilha de Hilo, no Havaí. Kamilo Beach dificilmente vê um gari. O plástico que chega lentamente pelo mar vai ficando esquecido no paraíso. Há dois anos, depois que se mudaram para cá, Dean Otsuki e Suzanne Frazer resolveram fazer de Kamilo um alerta planetário. Suzanne pergunta: “Será que o governo japonês, por exemplo, sabe quanto plástico o Japão está mandando para o Havaí?” Dean vem trazendo um galão que, sem dúvida, chegou da Ásia. Tem também tubo de shampoo usado nos Estados Unidos e sacos de plástico sabe-se lá de onde. Agora, são todos farrapos do mar. As mordidas impressas no plástico levaram os ambientalistas a mudar de alimentação. “O que acontece é que as toxinas estão se acumulando ao longo da cadeia alimentar.

Os predadores no topo da cadeia, que somos nós, estamos comendo plástico também”, alerta Suzanne Frazer. O casal toma notas, calcula as quantidades, recolhe o equipamento de pesca para saber os pesos e as medidas de cada tipo de poluição. Não é pessimismo. Por enquanto, praticamente nada está sendo feito e não dá para dizer que existe um ou outro culpado. Estamos todos com as mãos completamente sujas de plástico. Maldivas têm ilha só de lixo Haveria depósito de lixo em cinco régios dos oceanos. Nas Ilhas Maldivas, no Oceano Índico, uma nova ilha está sendo criada. É uma ilha de lixo. Em pouco menos de duas décadas, a ilha já tem 50 mil metros quadrados e abriga indústrias e depósitos. Caminhões chegam em barcos o tempo todo. O lixo orgânico é queimado na hora. Garrafas de plástico e pedaços de metal são separados e exportados para Índia, onde são reciclados.

O resto forma a base do território que avança sobre o oceano. O nativos das Maldivas se recusam a fazer esse tipo de trabalho. Eles ganham mais se passarem o dia inteiro na praia, só pescando. Por isso, os trabalhadores do lixão são 150 imigrantes de Bangladesh, que aceitam trabalhar ganhando o equivalente a US$ 60 e US$ 100 por mês. A maior parte do lixo vem da capital, Malé, que concentra 100 mil habitantes, um terço da população do país. Mas os 10 mil turistas que visitam as ilhas por dia provocaram uma explosão na produção de lixo e a criação da ilha das Maldivas que ninguém quer visitar.

VEJA MUITO MAIS

CLICK NO LIXO

DO NOSSO

COMODISMO

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http://www.b-e-a-c-h.org/

Para onde Vai o Lixo Descartável?

Para onde vai o Lixo que eu jogo fora ?

Você sabe a resposta para esta pergunta ?

Saiba porque o mundo está sempre em crise de econômia!

VISÃO MODERNA DA ANTIGA VISÃO DO MUNDO.

Nossos antepassados consideravam que a Terra era quadrada ou plana,

Emquanto assim pensavam, poderiamos imaginar que o nosso lixo caia em um imenso buraco sem fundo e que jamais retornaria para nós, mas comprovando irefutavelmente que o nosso planeta é redondo, podemos dizer que, se fugirmos pela direita acabaremos chegando no mesmo lugar pela esquerda.


Seca_Futuro

gua Boa Em_2070

Que mundo Maravilhoso


Bom, isto não é novidade para ninguém, mas as nossas grandes multinacionais e nossos governantes fazem questão de continuarem cegos preferindo viver no mundo quadrado, ou simplesmente fingem que não estão vendo a situação que o mundo esta passando.

Estamos num circulo vicioso, ou seja, tudo que vai, um dia voltará, o melhor exemplo seria aquele famoso instrumento Australiano “O Bumerangue”, por mais longe que seja jogado, ele acabará sempre voltando ao mesmo lugar.

O que quero dizer com isso que; ?  É uma  grande ilusão pensarmos que estamos jogando as coisas fora, e ficando livre delas, porque na verdade elas não sumirão ou desaparecerão jamais, simplesmente ficarão acumuladas em algum lugar, até que um dia acabarão voltando, porque não haverá mais espaço para acumular tanto lixo, sem dizer que esse lixo polui, envenena e mata os seres humanos que os produziu.

O pensamento dos consumidores deve mudar o quanto antes, o Fantástico da Tv Globo fez uma grandiosa campanha a favor dos produtos descartáveis que hoje estão por toda parte.

A Campanha do Fantástico se resumia no fato de maldizer os trabalhadores autómos prestadores de serviço de manutenção, ou seja, aqueles homens que reciclavam o seu aparelho de Tv, Geladeira, Microondas, Carro e Etc…



SAIBA A VERDADE SOBRE A

INDUSTRIALIZAÇÃO DO DESCARTÁVEL.


No youtube em Portugues




Este serviço de manutenção elevava a vida útil de um aparelho usado na faixa de no minimo 25 anos, economizando para o dono uma grande quantia em dinheiro e diminuindo drásticamente a quantidade de lixo no mundo.

Hoje, porque as pessoas não confiam mais nos profissionais, preferem jogar seu aparelho velho no lixo do que consertá-lo prolongando a vida útil de um aparelho tão caro. O que os consumidores não sabiam é que tudo isso foi orquestrado, programado e aprovado pelo governo atendendo ao pedido dos grandes complexos multinacionais que patrocinam suas campanhas políticas.

Por outro lado as grandes multinacionais, já fabricam um aparelho de baixo custo e baixa qualidade para durar no máximo o tempo de garantia legal, que não chega a um ano, isto equivale a dizer que:  No passado se usaria um aparelho de Tv mais ou menos 25 anos, com a nova maneira de pensar querem induzir o cliente a ser obrigado a comprar em 25 anos no minimo uns dez aparelhos descartáveis.

A pergunta é a seguinte:

Aonde jogaremos tanto lixo, uma vez que as empresas que fabricam os aparelhos descartáveis não reciclam os seus aparelhos e nem o govêrno se interesa por este problema.

O que Você pode fazer ?

Talvés você não possa FAZER nada mesmo !

Mas o mundo continuará sendo redondinho, e todo mal que se faz ao mundo agora, você estará fazendo a si mesmo amanhã, seria a mesma coisa dizer que:  Enquanto você despeja o seu lixo e seus problemas no quintal  do vizinho do lado esquerdo, o vizinho do seu lado direito despejará outro lixo cheio de problemas não resolvidos dentro do seu quintal, e o lixo simplesmente ficará circulando e jamais deixará de existir.

Fato também conhecido como:

Vai Empurrando com a Barriga !

Até que um dia alguém terá que resolver este problema, só espero que não seja tarde demais !

Isto é o que acontece na realidade.

A Terra precisa da sua ajuda para sobreviver à Furia do poder econômico. Produtos mais barátos e descartáveis hoje, implicará em um mundo deserto e poluído amanhã, onde não haverá espaço para plantar comida e nem água potável para beber.

Podem pensar que isso é um esagero, de minha parte, mas se continuarmos andando por este caminho, certamente é onde iremos chegar dentro de muito pouco tempo.


DIGA NÃO AO DESCARTÁVEL

E SIM AO RECICLÁVEL.



Veja um e_mail que recebi, e que está circulando pelo mundo na internet, é uma verdade irrefutável que os pesquisadores ainda nem sabem medir as consequencias desta situação, o plástico que você pensava estar no lixo, na verdade está flutuando e se acumulando em um certo redemoinho no meio do Oceano Pacífico.    Praticamente já se formou uma ilha flutuante como um Iceberg que não se derrete nunca, ao contrário da Calóta polar, absorve calor e aumenta a temperatura da água provocando todo tipo de fenómenos até hoje totalmente desconhecidos.   Quem assistiu o Desenho dos Pinguins que cantavam e sapateavam, deve ter rido muito do personagem que tinha preso ao pescoço uma tira de plástico de embalagem de meia dúzia de latas de cerveja, mais comumente usadas nos EUA.    Aquele fato não era ficção e nem uma piada, era uma crítica e um alerta ao mundo a respeito deste problema do Continente Plástico que se forma no Centro do Oceano Pacífico alterando todo o clima e a vida do nosso Planeta.


Copiei o e_mail neste pos’t, veja.

Um Oceano de plástico

Click na foto

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Esta matéria saiu no Fantástico

Lixão do pacífico ameaça o planeta !

Mas o WordPress não ospeda

videos da Globo, então click no Link.





Canal de Meio Ambiente


Colégio São Francisco

Tudo sobre ecologia


PRESENVE O SEU PLANETA



ELE É A SUA CASA

Poluição Oceânica.

Esta matéria saiu no Fantástico

Lixão do pacífico ameaça o planeta !

Mas o WordPress não ospeda

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Um Oceano de plástico.

Vídeos  no Youtube no final da Mensagem

A poluição já chegou a índeces alarmantes.

Prestem atenção nestes dados,

são de arrepiar…!!!

Um Oceano de plástico

Durabilidade, estabilidade e resistência à desintegração. As propriedades que fazem do plástico um dos produtos com maiores aplicações e utilidades ao consumidor final, também o tornam um dos maiores vilões ambientais. São produzidos anualmente cerca de 100 milhões de toneladas de plástico e cerca de 10% deste total acabam nos oceanos, sendo que 80% desta fração vem de terra firme.

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Foto do vórtex

No oceano Pácífico há uma enorme camada flutuante de plástico, que já é considerada a maior concentração de lixo do mundo, com cerca de
1000 km de extensão, vai da costa da Califórnia, atravessa o Havaí e chega a meio caminho do Japão e atinge uma profundidade de mais ou menos 10 metros . Acredita-se que haja neste vórtex de lixo cerca de 100 milhões de toneladas de plásticos de todos os tipos.
Pedaços de redes, garrafas, tampas, bolas , bonecas, patos de borracha, tênis, isqueiros, sacolas plásticas, caiaques, malas e todo exemplar possível de ser feito com plástico.
Segundo seus descobridores, a mancha de lixo, ou sopa plástica tem quase duas vezes o tamanho dos Estados Unidos.

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Ocean Plastic

O oceanógrafo Curtis Ebbesmeyer, que pesquisa esta mancha há 15 anos compara este vórtex a uma entidade viva, um grande animal se movimentando livremente pelo pacifico. E quando passa perto do continente, você tem praias cobertas de lixo plástico de ponta a ponta.

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Tartaruga deformada por aro plástico

A bolha plástica atualmente está em duas grandes áreas ligadas por uma parte estreita. Referem-se a elas como bolha oriental e bolha ocidental. Um marinheiro que navegou pela área no final dos anos 90 disse que ficou atordoado com a visão do oceano de lixo plástico a sua frente. ‘Como foi possível fazermos isso?’ -
‘Naveguei por mais de uma semana sobre todo esse lixo’.
Pesquisadores alertam para o fato de que toda peça plástica que foi manufaturada desde que descobrimos este material, e que não foram recicladas, ainda estão em algum lugar. E ainda há o problema das partículas decompostas deste plástico. Segundo dados de

Curtis Ebbesmeyer, em
algumas áreas do oceano pacifico podem se encontrar uma concentração de polímeros de até seis vezes mais do que o fitoplâncton, base da cadeia
alimentar marinha.

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Todas a peças plásticas à direita foram tiradas do estômago desta ave

Segundo PNUMA, o programa das Nações Unidas para o meio ambiente, este plástico é responsável pela morte de mais de um milhão de aves marinhas
todos os anos. Sem contar toda a outra fauna que vive nesta área, como tartarugas marinhas, tubarões, e centenas de espécies de peixes.

Ave morta com o estômago cheio de pedaços de plástico

E para piorar essa sopa plástica pode funcionar como uma esponja, que concentraria todo tipo de poluentes persistentes, ou seja, qualquer animal que se alimentar nestas regiões estará ingerindo altos índices de venenos, que podem ser introduzidos, através da pesca, na cadeia alimentar humana, fechando-se o ciclo, na mais pura verdade de que o que fazemos à terra retorna à nós, seres humanos.

Fontes:

Ver essas coisas sempre servem para que nós repensemos nossos valores e pricipalmente nosso papel frente ao meio ambiente, ou o ambiente em que vivemos.

Antes de Reciclar, reduza!

REPORTAGEM DO FANTÁSTICO.

[YOUTUBE=http://www.youtube.com/watch?v=2bSN9JXsS90]
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[YOUTUBE=http://www.youtube.com/watch?v=IVz3vMgdPXI]
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[YOUTUBE=http://www.youtube.com/watch?v=lXBliY60t6M]
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Reboliço sobre previsões do Fim dos dias.

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